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5 Fatos sobre o sistema reprodutor humano

O sistema reprodutor humano é um conjunto de órgãos internos e de órgãos genitais externos que se unem para gerar uma nova vida. Enquanto o sistema reprodutor feminino é composto por uma diversidade de órgãos internos, dentre os quais se destacam a vagina, o útero e os ovários (onde são produzidos os óvulos), o masculino apresenta mais elementos externos como o pênis, o escroto e os testículos, além de também contar com órgãos internos, tais como a próstata e as vesículas seminais, que produzem a parte do fluido que é expelido pelo corpo com a ejaculação.

1 – O sistema reprodutor possui a maior e a menor célula do nosso organismo

As células humanas possuem uma grande variedade de formas e tamanhos e realizam uma vasta gama de diferentes funções. Mas tanto as maiores quanto as menores células do corpo humano são encontradas justamente no sistema reprodutor – e são gametas, ou células reprodutivas.

Os homens produzem a menor das células humanas. Trata-se do famoso espermatozoide, que mede apenas 5 micrômetros de comprimento e 3 micrômetros de largura, não incluindo a sua “cauda”. Como comparação, as hemácias, as células vermelhas do sangue, tem cerca de 8 micrômetros de diâmetro, ou cerca de um décimo do diâmetro de um fio de cabelo humano.

O óvulo das mulheres, por outro lado, é a maior célula humana. Chega a ter cerca de 120 micrômetros de diâmetro e é a única célula humana que pode ser vista a olho nu.

2 – O tamanho médio do pênis humano não chega a 15 centímetros

Um levantamento detalhado feito em 2013 pelo Journal of Sexual Medicine chegou à conclusão de que o pênis médio ereto, nos Estados Unidos, mede apenas 5,6 polegadas (14,2 centímetros) de comprimento. Os pesquisadores, no entanto, relataram uma enorme variação no tamanho do pênis de seus entrevistados. O menor pênis ereto encontrado tinha só 1,6 polegadas (4 centímetros) de comprimento, enquanto o maior pênis foi de 10,2 polegadas (26 centímetros).

Um famoso “mapa mundi do pênis” mostra um levantamento mais completo de países de todos os continentes. Nele, o Brasil aparece em 14° lugar com um comprimento médio de 16,1 cm. A liderança é do africano Congo, com 17,9 cm, enquanto o último colocado na pesquisa foi a Coreia do Sul, com 9,6 cm. De uma maneira geral, o mapa confirma os estereótipos, uma vez que apresenta os países asiáticos com médias mais baixas, entre 9 e 11 cm, enquanto exibe as maiores médias na África Subsaariana e na América Latina.

3 – Os homens possuem muito mais gametas do que as mulheres

Existe uma grande diferença entre o número de gametas que os homens e as mulheres produzem. Ao nascer, as mulheres têm entre 1 e 2 milhões de óvulos, mas apenas cerca de 300 mil deles terão sobrado quando a puberdade chegar. E apenas uma quantidade de 300 a 400 deles serão, de fato, ovulados antes da menopausa.

Cada homem, por outro lado, produz mais de 500 bilhões de espermatozoides em sua vida. Durante a ejaculação, o homem saudável pode liberar até cerca de 1,2 milhões de espermatozóides. Isto é mais gametas lançados em um único momento do que uma mulher jamais terá em sua vida inteira – ou cerca de 3 mil vezes mais do que os 400 óvulos liberados pela mulher durante seus anos férteis.

4 – A infertilidade é mais comum do que você imagina

Na medicina, um casal é considerado infértil se for incapaz de engravidar após um ano de relações sexuais desprotegidas. Nos Estados Unidos, 1 em cada quase 6 casais adultos são inférteis, de acordo com um estudo de 2013 publicado na revista Fertility and Sterility. O estudo não teve como objetivo focar se a infertilidade do casal acontecia devido a problemas de fertilidade do homem ou da mulher.

No Brasil, segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), 1 em cada 10 casais apresenta problemas de fertilidade. Por outro lado, a infertilidade não está em ascensão. Na realidade, a pesquisa do ano passado mostra que as taxas de infertilidade entre mulheres caíram nas últimas três décadas.

5 – Algumas mulheres nascem com dois úteros

Durante o desenvolvimento normal do feto, o útero começa como dois tubos pequenos, que depois se juntam para criar um único órgão com uma cavidade no meio (o útero). Às vezes, entretanto, os tubos não se juntam completamente e, em vez disso, se transformam em duas estruturas separadas, de acordo com a organização sem fins lucrativos da área de serviços e pesquisas médicas, Mayo Clinic.

Esta condição é chamada de útero didelfo, ou útero duplo, e afeta cerca de 1 em cada 2 mil mulheres no mundo (ou seja, existem perto de 1,75 milhões de mulheres com útero duplo no mundo). E, por incrível que pareça, ambos os úteros funcionam normalmente. Em 2011, uma mulher norte-americana de 24 anos chamada Andreea Barbosa deu à luz gêmeos, cada um desenvolvido em seu próprio ventre particular.

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